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“Atravessamos o presente de olhos vendados, mal podemos pressentir ou adivinhar aquilo que estamos vivendo. Só mais tarde, quando a venda é retirada e examinamos o passado, percebemos o que foi vivido, compreendendo o sentido do que se passou.” (p. 35)

“Vivia como um desses excêntricos que acreditam escapar dos olhares indiscretos, protegidos por altas muralhas, porque deixam de levar em conta um pequeno detalhe: que essas muralhas são de vidro transparente.” (p. 49)

“- Qualquer vida humana dá margem a inúmeras interpretações – disse o professor. – Segundo a maneira como é apresentado, o passado de qualquer um de nós tanto pode tornar-se a biografia de um chefe de Estado adorado, quanto a biografia de um criminoso.” (p. 54)

Ninguém vai rir / Milan Kundera. — p. 31-67.
In Risíveis amores / Milan Kundera. — 23. ed. — Rio de Janeiro : Nova Fronteira, 1985. — 236 p.

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