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“A mãe de Grenouille era uma mulher ainda jovem, nos meados dos vinte anos, ainda bonita, quase todos os dentes na boca, um resto de cabelo e que, além de gota e de sífilis e de uma leve tísica, não tinha nenhuma doença grave; esperava ainda viver muito tempo, talvez uns cinco ou dez anos […]” (p. 9)

“[…] calando e legando o caminho do nascimento para a morte sem esse desvio pela vida […]” (p. 25)

“A infelicidade do ser humano provém do fato de ele não querer ficar quieto no seu quarto, onde é o seu lugar.” (p. 61)

“Mas como tudo o que se tenha concluído, aperfeiçoado, começa a me aborrecer.” (p. 133)

“[…] posse e perda lhe pareceram, no entanto, bem mais desejáveis do que a pura e simples desistência de ambas.” (p. 200)

“Era como um choro contra o qual não se pode defender, como um choro retido há muito tempo e que sobe da barriga e maravilhosamente destroça, decompõe e joga fora tudo o que ofereça resistência.” (p. 245)

“Quando o sol subiu, gorducho e amarelo e com um calor de matar […]” (p. 254)

O perfume : história de um assassino / Patrick Süskind. — 4. ed. — Rio de Janeiro : Record, 1985. — 263 p.

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