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“Pois bem: basta que duas pessoas sorvem os deleites da vida de maneira anormal para que se compreendam tanto mais intimamente quanto mais extravagante for a obtenção do gozo. Elas se unirão em seguida, excluindo qualquer outra paixão, para se isolar na felicidade alucinada de um paraíso artificial.” (p. 130)

O inferno artificial / Horacio Quiroga. — p. 125-132.
In Os melhores contos de loucura / Flávio Moreira da Costa (org. ) ; tradução de Celina Portocarrero… [et al.] — Rio de Janeiro : Ediouro, 2007. –378 p.

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